12/05/2008

Achei que hoje merecia uma postagem diferente. Pensei em escrever algo bacana, um texto que merecesse como música de fundo uma baladinha do Jack Johnson ou do Crash Test Dummies. Queria que o/a incauto/a leitor/a se lembrasse de um clip do Nirvana, do Jamiroquai ou do Fine Young Cannibals durante a leitura.

Sinto-me como Indiana Jones: em busca da leveza perdida. Escrever, ousar tentar fazê-lo, é uma aventura desmedida. E como não saiu nada do jeito qu’eu esperava, imaginem ao fundo Queen, com a incondicional Under Pressure “tan tan hã hã tan nã nã...”

11/05/2008


Puta que pariu!!! Alguém tomou o meu mingau, dormiu na minha cama e mexeu no meu queijo! Fingiu que não percebia o que se passava, não sabendo que é assim que eu mais gosto. Beijo. Me liga!

10/05/2008

Quando eu crescer

(...)
"Eu quero ser o matador das cinco estrelas
Eu quero ser o Bruce Lee do Maranhão
A Patativa do Norte, eu quero a sorte
Eu quero a sorte de um chofer de caminhão
Pra me danar por essa estrada, mundo afora, ir embora
Sem sair do meu lugar
Ser o primeiro, ser o rei, eu quero um sonho
Moça donzela, mulher, dama, ilusão
Na minha vida tudo vira brincadeira
A matinê verdadeira, domingo e televisão
Eu quero um beijo de cinema americano
Fechar os olhos fugir do perigo
Matar bandido, prender ladrão
A minha vida vai virar novela"

(...)

Caetano Veloso e José Almino

09/05/2008

Ana

Saiu cedo de casa. Sem café da manhã. Precisava ganhar todo o tempo possível. Último dia de matricula na pós-graduação em ciência política. Curso que ela, desde muito, espera fazer com ansiedade. O curso de graduação em sociologia não tinha dado a Ana a visão de mundo que ela tanto buscava. Sempre se perguntava se não era exigente demais. Pensava na ampliação de possibilidades que o curso traria a sua vida profissional, incluindo o aumento salarial imediato quando foi atingida em cheio por um ônibus que não conseguiu parar no sinal vermelho. Ana morreu e tinha deixado a roupa batendo na máquina.

08/05/2008

FRIO

Sofia
Só sentia
Sofria.
stoN

07/05/2008

Será que a inspiração me salvará um dia? Sei não... Já tentei escrever por transpiração, mas foi frustrante: tentei variados métodos, busquei estruturas, estudei formas e nada. Quando sai algo que preste, me sai como uma enxurrada maluca e desordenada. Depois é que dou sentido a coisa, ou deixo por conta do leitor. Ele que dê.

Foda é a paúra que tenho de papel em branco. Uma página do word em branco em minha frente chega a me sufocar, quando a cretina inspiração não me socorre. Páginas em branco são pura expectativa e necessidade revelação, de expressão. Deus me livre delas.

___________Eu


s-tonto???
não!!!!
ston-tô!

by Little Dylan