11/09/2008

Para um amor que atravessou o Atlântico II

Ao Little Dylan

Confesso-me ávido por amores. De várias ordens e de todos os matizes, quero amor. Não me furto, um só segundo, de buscá-los, vivê-los, sofrê-los e, nunca sem uma dose de drama, lançá-los para o limbo.
Não obstante os turvos e deliciosos meandros do desejo, tenho amores que são o que há de mais translúcido em mim. São agradáveis e inexplicavelmente dotados de sutil presunção pequeno-burguesa. Não sofro muito quando esses amores diáfanos acabam de mansinho. Sempre acabam assim. Um deles não acabou e foi levado pro Velho Mundo. Deixou reverberando em mim uma tormenta de alegria e a saudade intensa de um beijo ímpar.
Ston

4 comentários:

Écio Júnior disse...

qdo estamos longe fica ainda mais facil valorizar oq de bom temos. estou feliz por saber q tenho vc ai pra minha volta e, de certa forma aki comigo.
bjus

Ston disse...

Algo é certo: sou teu, ainda que eu não seja bom. Vou dedicar um brinde a você em cada noitada. O Banzai inteiro gritará seu nome. Bj

Giuliano Gimenez disse...

esses textitnhos - o diminutivo não é pejorativo - estão muito bons, meu caro ston

Ston disse...

Obrigado, meu caro. Também gosto desses textículos...